ACERVO DE ROCHAS E MINERAIS


Desde a primeira metade do século XX, a coleção de rochas, minerais e meteoritos do Museu de Ciências da Terra vem sendo a depositária dos dados oficiais acerca dos principais projetos geológicos do país e dos recursos minerais do nosso território, com a contribuição de importantes nomes da história das geociências.

A coleção é constituída por cerca de 6 mil espécies minerais, muitos de rara beleza e interesse gemológico, sendo que aproximadamente 2 mil e 300 estão expostos ao público. São turmalinas, topázios, esmeraldas, ametistas, hematitas e muitos outros minerais de grande apelo visual e de diversos interesses, como o aproveitamento como minério e na construção civil.

O museu também conta com uma mostra de 60 meteoritos, dentre eles espécimes que compreendem achados brasileiros e estrangeiros.

A coleção de rochas ainda não foi totalmente inventariada, porém estima-se que seja ainda maior que a coleção de minerais. Cerca de 200 delas estão expostas ao público.

A reserva técnica começou a ser inventariada em 2018. Há uma estimativa de, pelo menos, mais de mil e 500 amostras, entre minerais e rochas, que deverão ser anexadas ao acervo e, futuramente, poderão ser utilizadas para as mais diversas finalidades, desde doação a escolas até a montagem de kits didáticos ou mesmo a reincorporação ao acervo principal de exposição.

A frequência de consultas e visitas ao Salão de Minerais e Rochas é praticamente diária, através de visitas agendadas de escolas e cursos universitários. Também atendemos visitas institucionais de empresas públicas e privadas que queiram utilizar o salão de exposição como local de treinamentos, dispondo do acervo exposto para ministrar aulas com conteúdo geocientífico a seus funcionários.

O valor científico desse acervo é incomensurável,sendo constituído por amostras de minerais e rochas que podem render diferentes pesquisas em todos os estágios, desde o estudante de nível fundamental, que acessa para obter informação para um trabalho escolar sobre material expelido por vulcões, até o pesquisador de doutorado, interessado em um determinado espécime de mineral, rocha ou meteorito para sua tese.

O museu representa a história das geociências no Brasil, com uma mostra que reúne o produto da pesquisa das comissões geológicas e geográficas implantadas desde a segunda metade do século XIX, chefiadas por geólogos norte-americanos; oo trabalho pioneiro dos graduados da Escola de Minas de Ouro Preto e a contribuição do Departamento Nacional da Produção Mineral a partir da década de 30, até os trabalhos em convênio com a CPRM, a partir da década de 1970, que, junto com esse magnífico prédio que aloja o Museu de Ciências da Terra, são os registros vivos do patrimônio geológico do país.



1 / 6
2 / 6
3 / 6
4 / 6
5 / 6
6 / 6

Enxofre (Em amarelo)
Estaurolita
Gipsita
Topázio Imperial
Hematita
Quartzo



O Museu de Ciências da Terra informa que a agenda de 2019 para novas solicitações está encerrada. Caso queira entrar na lista de espera devido a alguma desistência ou imprevisto, entre em contato conosco através do nosso e-mail: educamcter@cprm.gov.br.

TOPO | VOLTAR | HOME




Como Chegar