Sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Reunião em Porto Velho discute cheias em Rondônia e no Acre

 Prática de campo em grupos na área de risco

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou nesta terça-feira, dia 23/01, juntamente com representantes da Agência Nacional das Águas (ANA), do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), Marinha do Brasil, Polícia Rodoviária Federal, Exército Brasileiro, Defesa Civil dos estados de Rondônia e Acre e Defesa Civil Municipal de Porto Velho, de reunião para discutir os prognósticos climáticos nos estados de Rondônia e Acre, com o objetivo de subsidiar os momentos de tomada de decisão no planejamento de ações de enfrentamento de situações de cheia dos rios. Também estiveram presentes o senador Valdir Raupp e a deputada federal Marinha Raupp.

No encontro, o engenheiro hidrólogo da CPRM Herculys Castro apresentou as ferramentas e metodologias dos projetos da CPRM que atuam no monitoramento e alerta de eventos hidrológicos nos estados de Rondônia e Acre. Julio Cunha, Chefe da Residência da CPRM de Porto Velho, agradeceu o convite e enfatizou a importância dos trabalhos desenvolvidos pela CPRM e ANA no monitoramento hidrológico, e nos Sistemas de Alertas Hidrológicos das Bacias dos rios Acre e Madeira.

De acordo com o SIPAM, os modelos analisados de previsões climáticas da Amazônia para o trimestre de janeiro, fevereiro e março de 2018 não apresentam chuvas expressivas suficientes que contribuam para a elevação do nível do rio Madeira, como nas proporções ocorridas no evento extremo de 2014, onde os volumes de chuva em grande parte bacia do Madeira foram superiores a 600 mm.
De acordo com o meteorologista do SIPAM, Luiz Alves Neto, “a anomalia da chuva prevista até o final do mês de janeiro indica que serão quantidades abaixo da média esperada para esse período”.

A coordenadora de operações do SIPAM de Porto Velho, Ana Cristina Strava, apresentou o Sistema Integrado de Monitoramento e Alerta Hidrometeorológico para Amazônia, quando demonstrou um cenário de cheia correspondente a leitura na estação de Porto Velho entre 17 e 17,20 m, valores correspondentes a recorrência de 10 anos.

 Palestrante da CPRM, Herculys Castro  Integrantes da CPRM, ANA, SIPAM, Exército, Marinha, Polícia Rodoviária Federal e da Defesa Civil

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