Segunda-feira, 11 de março de 2019

Serviço Geológico amplia divulgação das potencialidades minerais do Brasil no exterior

Senador de Roraima Chico Rodrigues, Marcio Remédio, ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, diretor-presidente Esteves Colnago e o chefe do Departamento de Recursos Minerais, Marcelo Almeida no evento promovido pela Câmara de Comércio Brasil Canadá. O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) marcou presença no principal evento mundial da indústria de exploração e desenvolvimento mineral. O PDAC reuniu em Toronto 1.000 expositores, 3.495 investidores e mais de 25.000 participantes de 135 países. Entre os dias 3 e 6 de março, diversos investidores conheceram os mapas de favorabilidade "knowledge driven", desenvolvidos pela CPRM especialmente para o evento e demonstraram interesse em áreas potenciais de diversas províncias minerais brasileiras.

Diretor-presidente da CPRM na abertura do estande do Brasil no PDAC No evento, também foram apresentadas informações sobre os principais ativos minerários da empresa que serão licitados como, por exemplo, o depósito polimetálico de Palmeirópolis (TO), citado pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, no seu discurso durante o Brazilian Mining Day. Ele destacou que o primeiro projeto será leiloado ainda em 2019. Trata-se da área para extração de cobre, chumbo e zinco, incluído no Programa de Parceria de Investimentos (PPI).

Conferência de Ministérios de Minería de las Américas, evento em que o diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, representou o ministro de Minas e Energia do Brasil O diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, desenvolveu uma importante agenda no PDAC deste ano. Além da presença da abertura do estande do Brasil, participou de reuniões com os serviços geológicos dos EUA (USGS), Argentina (Segemar) e Peru (InGemmet). Colnago também representou o ministro de Minas e Energia, na Conferência de Ministérios de Minería de las Américas, realizada no dia 5 de março. Na reunião foram discutidas políticas e ações para potencializar a extração sustentável e inovadora dos minerais do continente. A segurança e a tecnologia também foram temas abordados.

A visita ao Consulado Brasileiro no Canadá foi outra agenda importante, pois permitiu a aproximação do Serviço Geológico do Brasil com os representantes do Ministério de Relações Exteriores.

Na audiência, o diretor-presidente da CPRM expôs o interesse em desenvolver uma estratégia de divulgação dos produtos da empresa para diversos países voltada a despertar o interesse nas potencialidades minerais brasileiras.

Além da apresentação de mapas e produtos que indicam indícios que ampliam a possibilidade de investimento no país e da série de reuniões com investidores e representantes de investidores do mundo todo, algumas agendas com investidores foram marcadas por meio da Assessoria da Presidência da República para tratar das áreas pertencentes ao PPI. Outro momento importante foi a recepção da comitiva brasileira formada por representantes do Ministério de Minas e Energia, Agência Nacional de Mineração e Ministério de Relações Exteriores promovida pelo Comitê de Mineração da Câmara de Comércio Brasil Canadá.

Reunião com representantes do Segemar, juntamente com Frederico Bedran do MME e Igor Goulart Teixeira da Divisão de Recursos Conforme o chefe do Departamento de Recursos Minerais da Diretoria de Geologia e Mineração (DGM), Marcelo Esteves Almeida, o objetivo da delegação da CPRM no PDAC foi alcançado. “Nossos produtos foram muito bem recebidos pelos investidores. Além disso, foi um momento importante de atualização sobre a indústria mineral em escala global e suas tendências”, destacou Almeida. De acordo com o coordenador executivo na DGM Marcio José Remédio, “foi uma experiência importante. O PDAC é um evento que a CPRM nunca pode deixar de participar. São muitos eventos paralelos

e oportunidade demostrar para representantes de investidores internacionais onde estão localizados indícios e potencialidades, além dos projetos incluídos no PPI, que dão resposta imediata à estratégia do governo de impulsionar a mineração no Brasil e foram muito procurados”, relatou Márcio José.


MAPAS DE FAVORABILIDADE - Os mapas de favorabilidade "knowledge driven" de áreas selecionadas foram desenvolvidos especialmente para o evento, tendo por base informações geológicas consideradas relevantes para a gênese de depósitos minerais, expressas em forma de feições geológicas georreferenciadas. A estas informações foram atribuídos graus de relevância (ou pesos) para o sistema como um todo. Após essa análise espacial chegou-se ao mapa de áreas mais favoráveis para hospedar depósitos. Entre os mapas divulgados estão alguns de distritos/províncias minerais importantes como Carajás (Ouro, Lineamento Cinzento), Noroeste do Ceará (Cu-Pb-Zn e IOCG), Sudeste do Amazonas (Ouro, Distrito do Juma), Nova Brasilândia (Cu-Pb-Zn-Au, Rondônia), Cinturão Gurupi (Ouro, Maranhão), Renca (Ouro, Amapá-Pará), todos com escalas variando de 1:100.000 a 1:250.000.

Representantes da CPRM com os representantes do USGS









Janis Morais
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