Quinta-feira, 03 de maio de 2018

Universidade de Brasília capacita empregados da CPRM

Para entender e interpretar a origem das formações superficiais/regolito, 20 empregados do Serviço Geológico do Brasil participaram do curso de capacitação, realizado nos dias 23 a 26 de abril, no laboratório de geocronologia da Universidade de Brasília. A capacitação foi promovida pelo Departamento de Gestão Territorial (DEGET) e contou com a participação de pesquisadores do Departamento de Geologia (DEGEO). O objetivo do curso foi abordar os processos de intemperismo e lateritização para desenvolver uma metodologia mais completa de caracterização das formações superficiais/regolito.

Para Maria Adelaide Mansini, chefe da Divisão de Gestão Territorial do DEGET , o curso foi a oportunidade de aprender sobre os processos intempéricos que ocorrem nas regiões intertropicais, e sua importância do ponto de vista geológico, econômico e ambiental. “Essa capacitação é tanto útil para o ordenamento territorial e o risco geológico, como também para a parte de mapeamento geológico básico e depósitos minerais”, ressalta Maria Adelaide.

Já para Maria Angélica Barreto Ramos, pesquisadora do DEGET, a iniciativa veio pela necessidade de um conhecimento específico para levantamentos da geodiversidade, risco geológico e cartografia geológica, entre outras ações, pois estamos falando do substrato no qual vivemos, e que faz a diferença na vida da sociedade.
O curso foi ministrado pela professora Adriana Horbe, uma das precursoras mais importantes do país no que se refere ao estudo dos processos intempérios e lateríticos. Adriana falou sobre o trabalho da UNB e a importância da transferência do conhecimento para os profissionais da CPRM.

“A parte de intemperismo e lateritização é uma vertente pouco conhecida pelos geólogos. A intenção do curso é divulgar o nosso trabalho para que os funcionários da CPRM possam aplicar isso no mapeamento geológico do regolito. Assim a CPRM estará ainda mais capacitada na elaboração dos mapas que resultarão no aumento da qualidade de vida da sociedade”, pondera a professora. Após as atividades na Universidade, os pesquisadores foram a campo em regiões próximas ao Distrito Federal como Anápolis, Barro Alto e Luziânia, estudar os perfis lateríticos.

 A professora Adriana Horbe  com os empregados da CPRM no Laboratório de Geocronologia  da UNB  Equipe vai a campo para identificação de  perfis lateríticos e suas estruturas na mina de bauxita da mineradora Goyana em Barro Alto, Go Assessoria de Comunicação
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