Petrologia e Metalogenia do Magmatismo Serra Geral - RS/SC/PR/SP/MS

Objetivo e Justificativas

Os principais objetivos da proposta de avaliação metalogenética e petrologia do magmatismo Serra Geral consistem na estimativa das potencialidades para a ocorrência de depósitos de sulfetos de Cu-Ni (EGP) relacionados a este sistema magmático e a delimitação de áreas potenciais para uma prospecção focada em depósitos de sulfetos maciços. O magmatismo da Bacia do Paraná apresenta diversas similaridades com os ambientes portadores de mineralização de Cu-Ni (EGP), dentre os quais podem ser referidos:

1 - Presença de sedimentos ricos em enxofre que possam servir como contaminantes, como os carvões do Rio Bonito, folhelhos oleígenos das formações Irati e Serra Alta; ou depósitos de carbonatos plataformais, como os da Formação Irati.
2 - Presença de magmatismo máfico-ultramáfico de alta temperatura, potenciamente viável para manter mineralizações sulfetadas de alta T, como os sills da região de Morungava-Lomba Grande.
3 - Presença de falhamentos a nível crustal que possam ter atingido o manto superior, como os das regiões de São Gabriel e os relacionados ao Arco de Ponta Grossa.

Trabalhos de investigação metalogenética realizados nos corpos relacionados a este magmatismo ainda são pouco expressivos, necessitando de uma abordagem metalogenética aprofundada e de enfoque específico, determinando parâmetros que permitam entender a evolução petrológica desse magmatismo e que irão contribuir, de forma significativa, na identificação de fontes e processos de evolução, na avaliação das possibilidades e extensão das contaminações e, por consequência, do potencial metalogenético para a Bacia do Paraná.


Localização e Acesso

A área localiza-se na região de ocorrência de rochas vulcânico-plutônicas da Formação Serra Geral da Bacia do Paraná, ocupando todo o sudeste brasileiro (1.2 x 106 km²), fronteira com Paraguai, Argentina e Uruguai.
Gemas e Pegmatitos

Geologia Regional

A partir dos anos 90, as províncias de basaltos continentais são tidas como um tipo particular de Grandes Províncias Ígneas (Large Igneous Provinces - LIP's), as quais são definidas como regiões de extensivo extravasamento de lavras, associadas com intrusões de rochas basicamente máficas, cuja origem está relacionada a processos diferentes daqueles vinculados ao espalhamento "normal" do assoalho oceânico. Essas grandes províncias representam, depois dos assoalhos oceânicos, os maiores eventos ígneos do planeta. Diferentemente do passado, quando as LIP'S eram estudadas separadamente, a integração de grande quantidade de dados aponta a existência de importantes relações temporais, espaciais e composicionais entre elas. Tais estudos indicam, ainda, que a origem e a evolução dessas províncias estiveram fortemente vinculadas à dinâmica mantélica e que algumas marcam eventos de abrangência global, cuja própria colocação estaria relacionada a modificações, tanto das taxas quanto das direções de movimentação das placas tectônicas.

Dentre as grandes LIP's destaca-se o magmatismo Serra Geral da Bacia do Paraná-Etendeka, localizada na porção centro-oriental da América do Sul e no noroeste da Namíbia. Representa uma unidade geotectônica com cerca de 1,7 x 106 km², ocupando parte dos territórios do Brasil (1,2 x 106 km²), Argentina, Uruguai e Paraguai, estando o extremo NE dessa bacia (cerca de 5%) posicionado no oeste da Namíbia, onde é denominada como Bacia de Huab. Classificada como intracontinental cratônica do tipo 2A Complexa ou Depressão Marginal passando a Depressão Interior devido à obstrução da margem aberta, tem cerca de 1.900 km no eixo N-S, desde a cidade de Durazno (Uruguai) até Morrinhos (MT), na região centro-oeste do Brasil, e uma largura aproximada de 900 km, entre as cidades brasileiras de Aquidauana (MS) e Sorocaba (SP). O registro sedimentar e vulcânico tem espessura acumulada de cerca de 7.500 m, com início da deposição no Ordoviciano e término no Cretáceo, compreendendo um intervalo de aproximadamente 385m.a.

A ruptura e a separação do Gondwâna, durante o Cretáceo Inferior, foram as responsáveis pelo evento vulcano-plutônico que recobriu com lavas a porção centro-sul da América do Sul e o noroeste da Namíbia, e que gerou, entre outras feições, o Plateau de Abutment e as cadeias vulcânicas de Walvis Ridge e Rio Grande. Essas cadeias submarinas constituem o traço fóssil da migração dos "fragmentos" do continente gondwânico, evento este relacionado, no tempo e no espaço, com a geração de magma relacionada à dinâmica mantélica da pluma de Tristão da Cunha.

O magmatismo Serra Geral, com espessura máxima em torno de 1.720 m no depocentro da bacia, apresenta características de tholeitos bimodais, estando constituído dominantemente por basaltos andesitos de filiação tholeítica, os quais contrastam com riolitos e riodacitos aflorantes dominantemente nas regiões serranas do estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sudeste do Paraná, caracterizando um gap praticamente completo de rochas com composições entre 60-64% de SiO2 (Milner et al., 1995). Os basaltos de platô são acompanhados por uma intensa atividade intrusiva, normalmente representada por sills e diques que acompanham, grosseiramente, as principais descontinuidades estruturais da bacia, estas relacionadas aos braços abortados da junção tríplece originada sobre o hot spot de Tristão da Cunha e que serviram como área de alimentação do magmatismo. O sistema dominante tem direção NW, transversal ao eixo maior da bacia, estando representado por um sistema de arcos (e.g. Ponta Grossa, Campo Grande e São Gabriel) e por lineamentos tectônicos e/ou magmáticos (e.g. Guapiara, São Jerônimo-Curiúva e rios Uruguai, Icamaquã e Piquiri), cuja formação provavelmente iniciou-se no Devoniano e teve seu desenvolvimento máximo durante o Triássico-Jurássico.


Resultados Esperados

Os resultados esperados pelo projeto são:
  • O entendimento do controle composicional dos magmas, afiliações, origens e contaminações crustais.
  • Avaliar a contaminação magmática, por fontes ricas em enxofre, relacionada a sedimentos da Bacia do Paraná.
  • Identificar as principais zonas de fornecendo de magma básico e suas possíveis conexões com rifteamentos e/ou falhamentos em escala continental.
  • Estimar ou prever as potencialidades para a ocorrência de depósitos de sulfetos de Cu-Ni (EGP) relacionados a esse sistema magmático.
  • Indicar alvos prospectivos para possíveis depósitos de sulfetos na bacia.

Todos os resultados obtidos sobre os possíveis controladores na geração de mineralizações e localização de áreas prioritárias serão colocados à disposição da comunidade geológica, especialmente aqueles envolvidos na prospecção de minerais metálicos.


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Execução do Projeto

Superintendência Regional de Porto Alegre

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