Sobre

A Rede de Bibliotecas da CPRM, conhecida como Rede Ametista, contempla um conjunto de 13 bibliotecas especializadas em geociências, sob a coordenação de analistas em geociências – bibliotecários. Elas estão localizadas em Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Teresina. A rede constitui um referencial de pesquisa para a comunidade geocientífica, expandindo o conhecimento gerado pela instituição e fortalecendo parcerias nacionais e internacionais.


Missão
Integrar as bibliotecas do Serviço Geológico do Brasil, promovendo a cooperação entre os seus membros, além de otimizar o intercâmbio de informação geocientífica e ampliar o acesso à pesquisa, subsidiando a demanda informacional da sociedade.


Implantação
Criada em 2005 a partir da implantação do Sistema PHL, a Rede Ametista tem por objetivo prover o compartilhamento e o gerenciamento dos acervos institucionais da CPRM especializados em geociências.


Vinculação
As bibliotecas integrantes da rede encontram-se vinculadas à Diretoria de Relações Institucionais (DRI), subordinadas administrativamente às superintendências regionais e respectivas Gerências de Relações Institucionais e Desenvolvimento (GERIDEs) de cada unidade. A exceção é a Biblioteca do Rio de Janeiro, que é subordinada ao Departamento de Informações Institucionais (DEINF).


Desenvolvimento das coleções
O desenvolvimento das coleções é realizado por aquisição, doação, permuta, convênios ou por outros meios admitidos, sendo a documentação obrigatoriamente incorporada ao patrimônio da instituição. As doações são incorporadas ao acervo após a análise de sua pertinência. Os itens não pertinentes são repassados para outras unidades de informação.


Atendimento
Congregando dados e informações impressas e digitais, a rede promove o intercâmbio e a interação de um expressivo acervo em geociências, propiciando o atendimento adequado à demanda informacional da sociedade. Além disso, proporciona acesso online à coleção de relatórios técnicos, e-books, periódicos eletrônicos e diversificadas coleções de boletins e mapas pertinentes às geociências. Desde sua implantação, a rede vem se ajustando às tendências tecnológicas, na expectativa de propiciar agilidade ao fornecimento da informação geocientífica, além de fomentar a pesquisa sobre os conhecimentos geológico e hidrológico básicos, necessários para o desenvolvimento sustentável do Brasil.


Origem do nome
O nome Rede Ametista foi dado em setembro de 2011, na ocasião da realização, no Rio de Janeiro, do I Encontro de Bibliotecários da Rede de Bibliotecas do SGB. O nome veio em virtude de a ametista ser uma pedra preciosa/gema e também o símbolo do anel de colação de grau do bibliotecário.


Biblioteca Octávio Barbosa
Criada em 1971 com o objetivo de promover a informação especializada em geociências para a comunidade técnico-científica gerada pela CPRM, a Biblioteca Octavio Barbosa – Biblioteca Central da Rede de Bibliotecas se localiza na unidade da CPRM do Rio de Janeiro. Ela é vinculada à Diretoria de Relações Institucionais e Desenvolvimento – DRI, estando subordinada ao Departamento de Informações Institucionais – DEINF.

A Biblioteca Central contempla dois acervos diversificados e volumosos, onde as coleções de documentos convencionais - como referências, livros, teses, dissertações e periódicos - estão incorporadas a uma área aproximada de 470m². O acervo de multimeios contempla uma significativa coleção de documentos fotocartográficos, ocupando uma área aproximada de 440m².

Missão
Fomentar e incentivar a utilização de dados e informações, contribuindo para o desenvolvimento geocientífico da sociedade.
Visão
Contribuir para transformar o Serviço Geológico do Brasil em centro de excelência no país na disseminação de dados e informações geocientíficas.
Objetivos
Atuar como depositária da produção técnico-científica da empresa, processar a informação técnica, gerenciar as coleções e em especial promover a sua disseminação e disponibilização para o universo de clientes.

Prestando uma homenagem ao grande mestre da geologia brasileira, a biblioteca recebeu o nome de Biblioteca Octávio Barbosa. Nascido em 29 de abril de 1907, em Ituverava, São Paulo, aos 17 anos Octávio Barbosa ingressou na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), onde se formou em Engenharia Civil e de Minas. No início da década de 30, trabalhou no antigo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil (SGM), o qual passou a chamar-se Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) em 1936. Aos 32 anos ingressou na Escola Politécnica de São Paulo, onde lecionou durante 16 anos. Mais tarde, aos 48, transferiu-se para a PROSPEC, em Petrópolis, onde desenvolveu atividades de consultoria. Em 1977, entrou para o Serviço Geológico do Brasil - CPRM.

Residindo em Petrópolis, Octávio Barbosa faleceu em 31 de janeiro de 1997, deixando um vasto legado de conhecimento geológico, registrado em centenas de documentos publicados, como relatórios, livros e artigos de periódicos, os quais se encontram incorporados ao acervo da biblioteca da CPRM no Rio de Janeiro. Além dos documentos citados acima, encontram-se arroladas para acesso, na íntegra, algumas preciosas Cadernetas de Campo redigidas pelo mestre Octávio Barbosa durante as décadas de 30 e 50, nas quais registrou suas intuições, aventuras, conhecimentos e a importante passagem pela geologia do Brasil.

Convidamos você para iniciar aqui suas andanças pelos caminhos deixados pelo mestre Octávio Barbosa. Há disponível também um conjunto significativo de dados e informações sobre inúmeros outros cientistas. Confira abaixo.


Biografia de Cientistas
Em homenagem aos pioneiros da geologia do Brasil, apresentamos abaixo dados e informações sobre a vida e obra dos geocientistas em destaque:


Ensaio Cronológico dos Precursores da Geologia do Brasil
Neste link encontram-se, organizados por data, os nomes que mais se destacaram e um breve relato de sua contribuição para a área.

Aqueles que aportaram no Brasil em épocas de descobrimentos buscavam sobretudo as especiarias, mais tarde o ouro, as minas e as pedras preciosas. Em 1500, Pero Vaz de Caminha, na sua carta ao rei de Portugal, fez a primeira descrição geológica das barreiras terciárias da costa brasileira. Viajantes do século XVII deixaram somente citações em algumas notas sobre a geologia do Brasil. Em 1711, porém, um trabalho publicado por Antonil, jesuíta de Luca (Itália), diz sobre as lavras de Bento Rodrigues, na Capitania de Minas Gerais, que em pouco mais de cinco braças de terreno haviam sido colhidas cinco arrobas de ouro.

A rigor, as investigações geológicas e mineralógicas foram iniciadas nos fins do século XVIII, e as primeiras informações de valor científico datam dos trabalhos dos irmãos brasileiros Andrada e Silva.

© Copyright CPRM 2016. Todos os direitos reservados.