Quinta-feira, 15 de setembro de 2022

MCTer resgata acervo da Exposição do centenário da Independência do Brasil e comemora a 16ª Primavera de Museus

Exposição apresenta peças originais do acervo exibido em 1922 - ano que marcou 100 anos da Independência do Brasil

Iniciativa marca o Bicentenário da Independência do Brasil, celebrado no último dia 7/9

“O museu é para a vida inteira, não é episódico”, afirmou Célia Corsino, museóloga do Museu de Ciências da Terra, do Serviço Geológico do Brasil (MCTer/SGB-CPRM) sobre a mostra ‘Revisitando 1922’, que estreou nesta quarta-feira (14), relembrando a participação do MCTer na ‘Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil’, ocorrida há 100 anos.

A iniciativa marca o Bicentenário da Independência do Brasil, celebrado no último dia 7/9. Durante o período da exposição, 68 peças originais, exibidas na mostra de 1922, serão apresentadas ao público. Etiquetas históricas, minerais e mapas estão entre os itens que poderão ser contemplados.


Célia Corsino observa itens da exposição

De acordo com a museóloga, a ideia da exposição surgiu a partir da descoberta das etiquetas da mostra apresentada na Exposição do Centenário da Independência, em 1922. Naquela ocasião, 501 amostras foram apresentadas ao público como forma de registrar o grande potencial mineral do Brasil, além de mapas geológicos e das Minas de Ouro da Passagem e Morro Velho, ambas em Minas Gerais.


“É uma exposição de caráter histórico, pois exibe testemunhos da trajetória do museu. Ela dialoga com o tema da Primavera de Museus deste ano e portanto se alinha a Politica Nacional de Museus”, destacou Célia sobre a relevância da mostra para o MCTer.

A exposição segue até o dia 15 de outubro, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro (RJ), de quarta-feira a sábado, de 10h às 16h.


‘Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil’

Considerada a primeira exposição, após a Grande Guerra, o seu desafio foi traduzir a vontade de renovação que então mobilizou o mundo. O século XX foi marcado pela Ciência, expressa na confiabilidade dos dados estatísticos, fator importante para a exploração dos recursos naturais do país.

Na época, a exposição ficou aberta para os visitantes vindos da capital e de outros estados, que observaram palácios e pavilhões de exposição. Os registros apontam que o mês de fevereiro de 1923 obteve uma frequência de 175 mil visitantes, com piques de até 14 mil pessoas em um só dia.


Substâncias não-metálicas compõem a exposição

Conheça mais sobre o MCTer: http://mcter.cprm.gov.br/

Amanda Rosa
Arthur Vilela
Assessoria de Comunicação
Serviço Geológico do Brasil - CPRM
Ministério de Minas e Energia
imprensa@cprm.gov.br
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