Biblioteca Octávio Barbosa

Criada em 1971 com o objetivo de divulgar a informação especializada em geociências gerada pelo Serviço Geológico do Brasil - CPRM para a comunidade técnico-científica, a Biblioteca Octávio Barbosa, biblioteca central da Rede Ametista, se localiza na unidade da CPRM do Rio de Janeiro. Ela é vinculada à Diretoria de Infraestrutura Geocientífica – DIG, estando subordinada ao Departamento de Informações Institucionais – DEINF.

A Biblioteca Octávio Barbosa contempla dois acervos diversificados e volumosos, onde as coleções de documentos convencionais - tais como referências, livros, teses, dissertações e periódicos - estão incorporadas a uma área aproximada de 470m². O acervo de multimeios contempla uma significativa coleção de documentos fotocartográficos, ocupando uma área aproximada de 440m².

Missão

Fomentar e incentivar a utilização de dados e informações, contribuindo para o desenvolvimento geocientífico da sociedade.

Visão

Contribuir para transformar o Serviço Geológico do Brasil - CPRM em centro de excelência no país na disseminação de dados e informações geocientíficas.

Objetivos

Atuar como depositária da produção técnico-científica da empresa, processar a informação técnica, gerenciar as coleções e em especial promover a sua disseminação e disponibilização para o universo de clientes.

Geólogo Octávio Barbosa

Prestando uma homenagem ao grande mestre da geologia brasileira, a biblioteca recebeu o nome de Biblioteca Octávio Barbosa.

Nascido em 29 de abril de 1907, em Ituverava, São Paulo, aos 17 anos Octávio Barbosa ingressou na Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP, onde se formou em Engenharia Civil e de Minas. No início da década de 30, trabalhou no antigo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil - SGM, o qual passou a chamar-se Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM em 1936 (atual Agência Nacional de Mineração - ANM). Aos 32 anos ingressou na Escola Politécnica de São Paulo, onde lecionou durante 16 anos. Mais tarde, aos 48, transferiu-se para a PROSPEC, em Petrópolis, onde desenvolveu atividades de consultoria. Em 1977, entrou para o Serviço Geológico do Brasil - CPRM.

Residindo em Petrópolis, Octávio Barbosa faleceu em 31 de janeiro de 1997, deixando um vasto legado de conhecimento geológico, registrado em centenas de documentos publicados, como relatórios, livros e artigos de periódicos, os quais se encontram incorporados ao acervo da biblioteca da CPRM no Rio de Janeiro. Além dos documentos citados acima, encontram-se arroladas para acesso, na íntegra, algumas preciosas Cadernetas de Campo redigidas pelo mestre durante as décadas de 30 e 50, nas quais registrou suas intuições, aventuras, conhecimentos e a importante passagem pela geologia do Brasil.

Convidamos você para iniciar suas andanças pelos caminhos deixados pelo mestre Octávio Barbosa clicando em Biblioteca Virtual. Há disponível também um conjunto significativo de dados e informações sobre inúmeros outros cientistas.

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